E...

Eita,coisa boa!Aqui a chuva chegou pra alegrar todo mundo.Está chovendo em todo o estado,e apesar de alguns contratempos tristes,como ponte que caiu isolando uma cidade e até gente que morreu por causa de um raio,é tudo felicidade.Por que nada é perfeito?Enfim,a paisagem já mudou:o que antes era verde acizentado,agora é verde vivo de vários tons,uma beleza pra se ver.

O template da Evelyn não tem todos ao códigos do UOL,estou sempre tentando inserir o que falta,dá erro,e é nestas tentativas e erros que consigo acertar.Consegui colocar as categorias em cada post mas não consigo colocar o novo código de arquivos pra funcionar.Arre égua!!

Estou juntando meus papéis pra fazer o imposto de renda,não quero deixar pra última hora.Falando nisso vc sabia que o imposto direto que mais pesa no nosso bolso é justamente o imposto de renda?

Tá,mas eu dei a volta por cima!Consegui fazer meu cartão corporativo!Aquele da "nata" de Brasília...

Estou feita!A fatura nunca chega!Claro que vc também quer um,né?

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Este texto é pra pensar:

A Ambição Superada

Certo dia uma rica senhora viu, num antiquário, uma cadeira que era uma beleza. Negra, feita de mogno e cedro, custava uma fortuna. Era, porém, tão bela, que a mulher não titubeou - entrou, pagou, levou para casa.
A cadeira era tão bonita que os outros móveis, antes tão lindos, começaram a parecer insuportáveis à simpática senhora. (Era simpática).
Ela então, resolveu vender todos os móveis e comprar outros que pudessem se equiparar à maravilhosa cadeira. E vendeu-os e comprou outros.
Mas, então a casa que antes parecia tão bonita, ficou tão bem mobiliada que se estabeleceu uma desarmonia flagrante entre casa e móveis. E a senhora começou a achar a casa horrível.
E vendeu a casa e comprou uma outra maravilhosa.
Mas dentro daquela casa magnífica, mobiliada de maneira esplendorosa, a mulher começou, pouco a pouco, a achar seu marido mesquinho. E trocou de marido.
Mas mesmo assim não conseguia ser feliz. Pois naquela casa magnífica, com aqueles móveis admiráveis e aquele marido fabuloso, todo mundo começou a achá-la extremamente vulgar.

Millôr Fernandes, in "Pif-Paf"